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Houve divergências no chamado "Trump trade" na semana passada. As perspectivas de uma política inflacionista e de uma taxa mais elevada da R...

A incerteza no mercado, relativamente às eleições nos EUA, foi resolvida da forma mais clara do que se poderia imaginar, uma vez que os repu...

No momento em que este texto foi escrito, as sondagens do fim-de-semana e os mercados eleitorais pareciam sinalizar um estreitamento das probabilidades, tornando o resultado das eleições presidenciais dos EUA num verdadeiro sorteio.As notícias macroeconómicas divulgadas durante a semana foram negativas para o dólar.

O “avanço de Trump” continua a impulsionar os mercados em todo o mundo e as moedas não são exceção. Embora a corrida presidencial dos EUA pe...

A trajetória de menor resistência para o dólar continua a ser ascendente, apoiada por fortes dados económicos e pelas dúvidas do mercado sob...

Uma modesta surpresa ascendente nas leituras da inflação nos EUAem Setembro contribuiu para a pressão ascendente sobre os rendimentos de lon...

O rally do dólar estendeu-se pela segunda semana consecutiva, com a ajuda das fortes notícias macroeconomicas dos EUA e das preocupações geopolíticas crescentes, que fizeram com que os investidores se refugiassem no dólar.O relatório de emprego de setembro nos EUA veio dar uma nova força à recuperação do dólar.

Numa semana relativamente calma, os mercados aplaudiram a notícia do lançamento de um novo pacote de estímulos por parte das autoridades chinesas para travar a quebra do mercado imobiliário e apoiar o investimento e o consumo.Os preços das matérias-primas subiram de uma maneira geral e isso refletiu-se nos mercados cambiais.

A Reserva Federal decidiu surpreender os mercados com um duplo corte na semana passada.

Esta semana, o evento de destaque para os mercados em todo o mundo será a reunião da Fed com a primeira redução das taxas de juros nos EUA desde 2018.

O inegável abrandamento do mercado de trabalho dos EUA está a causar nervosismo quanto à possibilidade de uma deterioração mais rápida e de uma recessão nos EUA.

Um fraco relatório sobre o mercado de trabalho nos EUA validou os receios de que a economia norte-americana esteja a abrandar mais rapidamente do que a Reserva Federal esperava. Os mercados apressaram-se a prever mais cortes por parte da Reserva Federal este ano, incluindo a possibilidade de cortes de 50 pontos base.
