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Na semana passada, assistimos mais uma vez através dos dados divulgados, que a economia nos EUA se encontra sólida, surpreendendo os mercados e os membros do FOMC que perspectivavam um início precoce dos cortes nas taxas de juro.

Apesar de terem sido divulgados importantes dados económicos, a semana passada foi surpreendentemente de baixa volatilidade nas principais moedas.

Os mercados cambiais e mercados financeiros em geral deram uma volta de 180 graus neste início de 2024.

Já se previa que a semana passada iria ser de alta volatilidade, com três reuniões importantes dos bancos centrais sucessivas, e os mercados cambiais corresponderam.

A moeda com a melhor performance na semana passada foi o iene japonês. O Banco do Japão deu sinais que está pronto para começar o ciclo de aperto à política monetária.

O aparente controlo sobre a inflação por parte dos bancos centrais originou uma procura muito acentuada por ativos de risco em todo o mundo.

O feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos costuma deixar os mercados mais calmos e com menor volatilidade, e a semana passada não foi exceção.

A Reserva Federal recebeu mais uma vez uma surpresa positiva do relatório de inflação de Outubro nos EUA. A inflação voltou a abrandar e os mercados financeiros celebraram o provável fim da subida das taxas, fazendo disparar os mercados acionista e obrigacionista em todo o mundo.

O mercado estava a sentir-se cada vez mais confiante de que o ciclo de subidas de taxas de juro por parte da Fed tinha terminado e esperavam o anúncio de futuros cortes, no entanto, as declarações de Powell na semana passada não foram em linha com este cenário.

As obrigações e as ações subiram em simultâneo em todo o mundo na semana passada, suportada pela indicação da Reserva Federal de que o ciclo de subida nas taxas de juro pode ter chegado ao fim.

A escalada da guerra entre Israel e o Hamas, juntamente com o fluxo constante de surpresas positivas da economia dos EUA, levou o dólar a valorizar na semana passada.

O dólar americano foi negociado na semana passada num intervalo estreito de valores em relação aos seus principais pares, terminando ligeiramente abaixo da maioria das moedas europeias, exceto a libra esterlina.
