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Os principais bancos centrais do mundo estão cada vez mais perto de reduzir as taxas de juro, à medida que o combate contra a inflação progride de forma constante. Enquanto o BCE sugeriu um corte em Junho, sem excluir totalmente uma antecipação para Abril, o relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA, que foi suave, ajudou a defender um calendário semelhante para a Reserva Federal.

Encerramos duas semanas invulgarmente calmas nos mercados. Houve poucos dados macroeconómicos ou anúncios de políticas monetárias que alterassem as percepções do mercado sobre a política atual. A calma nos mercados cambiais refletiu isso mesmo.

A semana passada foi vazia na divulgação de dados macroeconómicos ou notícias sobre a política monetária.

O relatório de inflação do IPC de Janeiro dos EUA confirmou tudo o que a Reserva Federal não queria. Resultados indesejados nos índices principais e subjacentes, e uma sensação clara de que a tendência de desinflação que vimos durante a maior parte de 2023 atingiu uma assíntota, com os aumento de preços a regressarem confortavelmente a uma taxa acima de 4%.

Os mercados continuam a assinalar a aparente vitória sobre a inflação, fazendo com que as bolsas de valores de todo o mundo atinjam novos máximos históricos.

O tema dominante no mercado cambial em 2024 tem sido a demonstração de força e resiliência da economia nos EUA.

A semana passada o BCE deixou as suas opções em aberto. Apesar da reunião do banco central do velho continente e de um conjunto de dados sobre a atividade económica, a volatilidade no mercado cambial foi relativamente moderada na semana passada, com as moedas do G10 a registarem uma variação máxima de 0,6% face ao dólar americano.

Na semana passada, assistimos mais uma vez através dos dados divulgados, que a economia nos EUA se encontra sólida, surpreendendo os mercados e os membros do FOMC que perspectivavam um início precoce dos cortes nas taxas de juro.

Apesar de terem sido divulgados importantes dados económicos, a semana passada foi surpreendentemente de baixa volatilidade nas principais moedas.

Os mercados cambiais e mercados financeiros em geral deram uma volta de 180 graus neste início de 2024.

Já se previa que a semana passada iria ser de alta volatilidade, com três reuniões importantes dos bancos centrais sucessivas, e os mercados cambiais corresponderam.

A moeda com a melhor performance na semana passada foi o iene japonês. O Banco do Japão deu sinais que está pronto para começar o ciclo de aperto à política monetária.
